Aliado da presidente Dilma Rousseff, o senador Paulo Paim (PT-RS) vai apresentar emenda no Senado para aumentar o valor do salário mínimo para R$ 560.
Apesar de integrar o partido de Dilma, que defende o valor de R$ 545, Paim é favorável ao aumento como antecipação de parte do reajuste que será concedido ao mínimo em 2012. "Se em janeiro vamos ter 14% de aumento no salário mínimo, por que não podemos antecipar 2,75% para subir aos R$ 560? Eu vou apresentar emenda neste sentido", afirmou.
O petista disse estar disposto a recuar somente se o governo discutir, paralelamente ao salário mínimo, mudanças no fator previdenciário e na política de reajuste dos aposentados, o que não está nos planos do Executivo neste momento.
O PT vai tentar convencê-lo a mudar de ideia até a próxima quarta-feira, dia da votação do projeto com o reajuste do salário mínimo no plenário do Senado. Mesmo sem discutir punições para a eventual dissidência, o líder petista Humberto Costa (PE) disse esperar "reciprocidade" de Paim, que, quarta-feira, foi indicado pelo partido para presidir a Comissão de Direitos Humanos do Senado. "As portas da coordenação política do governo estão abertas para o PT. O senador Paim não é exceção. O escolhemos para presidir a Comissão de Direitos Humanos, esperamos a reciprocidade", afirmou Costa.
Apesar de integrar o partido de Dilma, que defende o valor de R$ 545, Paim é favorável ao aumento como antecipação de parte do reajuste que será concedido ao mínimo em 2012. "Se em janeiro vamos ter 14% de aumento no salário mínimo, por que não podemos antecipar 2,75% para subir aos R$ 560? Eu vou apresentar emenda neste sentido", afirmou.
O petista disse estar disposto a recuar somente se o governo discutir, paralelamente ao salário mínimo, mudanças no fator previdenciário e na política de reajuste dos aposentados, o que não está nos planos do Executivo neste momento.
O PT vai tentar convencê-lo a mudar de ideia até a próxima quarta-feira, dia da votação do projeto com o reajuste do salário mínimo no plenário do Senado. Mesmo sem discutir punições para a eventual dissidência, o líder petista Humberto Costa (PE) disse esperar "reciprocidade" de Paim, que, quarta-feira, foi indicado pelo partido para presidir a Comissão de Direitos Humanos do Senado. "As portas da coordenação política do governo estão abertas para o PT. O senador Paim não é exceção. O escolhemos para presidir a Comissão de Direitos Humanos, esperamos a reciprocidade", afirmou Costa.
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